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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

domingo, 26 de julho de 2015

domingo, 3 de maio de 2015

'Para continuar uma paixão pela rádio', um texto de João Moço (DN, 9 Janeiro 2010)

Em 2009 desapareceu uma voz ímpar da rádio portuguesa, António Sérgio. A sua mulher,  que recentemente reeditou uma biografia  sobre os Xutos & Pontapés, falou ao DN sobre  o radialista e os 30 anos em que o acompanhou.

Ana Cristina Ferrão acompanhou durante 30 anos a vida daquele a quem muitos chamam ainda de "Mestre". António Sérgio, uma referência maior na rádio e na música portuguesa, foi um pioneiro com a sua assinatura em programas como o Som da Frente ou A Hora do Lobo, nos quais sempre defendeu "o direito à diferença". É também esse direito que Ana Cristina Ferrão chama para si nesta etapa naturalmente difícil: "Falar do Sérgio é uma festa, as boas memórias e as aventuras que passámos com ele, é isso que é realmente relevante e é isso que temos de lembrar. Este é também um direito à diferença, sermos pioneiros na forma como encaramos as coisas", disse a também radialista no final da conversa com o DN.

(Artigo completo aqui).

domingo, 19 de abril de 2015

'John Peel , o deles e o nosso', um texto de Pedro Mexia (Diário de Notícias, 10 Outubro 2005)

"Adam & The Ants, Associates, Syd Barrett, Billy Bragg, Tim Buckley, Can, The Chameleons, The Cure, Gang of Four, The Go-Betweens, Peter Hammill, Happy Mondays, The Jam, The Jesus & Mary Chain, Joy Division, New Order, Nico, Siouxsie and the Banshees, T-Rex, Robert Wyatt e muitos outros têm um álbum com um nome idêntico. E não é Best Of ou Greatest Hits (haja Deus). Esses discos chamam-se todos Peel Sessions."

(Artigo completo aqui)

domingo, 29 de março de 2015

"E a noite inventou-se assim", um texto de Fernanda Câncio com o 'Som da Frente' e António Sérgio à mistura. (Diário de Notícias, 28 Maio 2005)

Foi antes da sida. Foi antes dos 10 anos de Cavaco. Foi logo a seguir à revolução. Foi há 25 anos. Difícil lembrar esse país ainda a sépia que entrou nos anos 80 com a morte de um primeiro-ministro num acidente de avião. Esse país que via o Festival da Canção e a Visita de Cornélia e a Gabriela Cravo e Canela e o Passeio dos Alegres na TV pública (não havia mais nenhuma), se vestia de igual e não viajava, o país conformista, bafiento e complexado onde as noites pertenciam ao bas fond e os discos chegavam a conta-gotas, o país onde um concerto era um acontecimento extraordinário, controlado por polícias que ao mínimo pretexto desembainhavam o cassetete, sau- dosos do rigor mortis que dava pelo nome de "lei e ordem", o país em que, como diz o realizador Edgar Pêra, hoje com 44 anos, "o fascismo não acabou com o 25 de Abril, levou muito tempo a ir embora".

(Artigo completo aqui.)

domingo, 22 de março de 2015

Catarina Vasques Rito entrevista António Sérgio (DN, 24 Dezembro 2007)

O seu programa A Hora do Lobo acabou ao fim de dez anos no ar, na Rádio Comercial, porque, segundo a estação, não se encaixava na nova grelha. Foi realmente este o motivo?

O argumento foi esse. Que o meu programa não tocava a playlist da rádio. Mas os directores de programas mudaram e os administradores também. Enquanto me deixaram fazer a minha emissão, as coisas correram muito bem, a partir do momento em que me vêm dizer que A Hora do Lobo já não era adequada à nova grelha que vai entrar e que, em simultâneo, a minha voz já não faz parte do alvo etário a que se destina, então o fim era óbvio. Cheguei a ter o director de programas a dizer que era difícil imaginar-me à tarde a apresentar Shakira ou João Pedro Pais. Isso fica para quem o diz. Porque a seguir, se a SIC o quiser, estou a apresentar, em voz off, a Floribella, que não é para o meu grupo etário. É tudo uma questão de colocação de voz... Há um certo amargo na situação, principalmente na parte do " já não serve"!

Mas está de volta à rádio com o programa Viriato 25, na Radar. Como surgiu esta oportunidade?
Depois de resolver toda a questão logística com a Comercial, comecei a falar com pessoas. Houve uma hipótese na Antena 3, mas era para um horário madrugada dentro. Entretanto, falei com o Luís Montez da Radar, que acaba por ser o meu mentor porque nos encontrámos ao fim de dez anos, visto que foi ele que me levou para a Comercial em 97, para fazer A Hora do Lobo. E agora voltamos a encontrarmo-nos. Nesta altura, ele tinha uma proposta para mim, que eu considero de prime time [risos], que é fazer um programa das 23.00 à 01.00. Inicialmente, até era para ser das 22.00. E o mais curioso é que recebo imensas mensagens a dar-me os parabéns, por estar de volta.

Porquê Viriato 25?

(entrevista completa aqui)

domingo, 21 de dezembro de 2014