sexta-feira, 15 de maio de 2015
quinta-feira, 14 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
domingo, 10 de maio de 2015
Entrevista de António Sérgio (Blitz - 2007)
O anúncio da sua saída de antena gerou uma onda de reacções, desde figuras públicas como Miguel Esteves Cardoso ao ouvinte anónimo. Surpreendeu-o esse apoio?
Ainda ontem pensei: em 2008 faço 40 anos de rádio. Já não é o bichinho da rádio que morde, já sou eu que sou o bicho da rádio! Todos estes anos a morder as pessoas em relação a uma forma de fazer rádio, ligada à divulgação musical. Senti-me um bocadinho babado com o texto do Miguel Esteves Cardoso. Em rádio, estamos habituados a sentir-nos sozinhos. Sabemos lá se nos estão a ouvir 10 ou 10 mil pessoas. Ao longo dos anos o que percebi é que boa parte das pessoas de determinada idade atribui-me uma boa parte da sua formação musical, do "abrir a orelhinha". O apoio é uma festa no ego, e eu agradeço. Só espero que aquilo que alguns desejavam nas mensagens, que é ouvirem-me noutro lado qualquer, venha a suceder. A força com que eu fazia rádio mantém-se inalterada, e a vontade de descobrir música, enquanto houver saúde e orelhas, mantém-se intacta. E um bocadinho mais refinada, com a idade e a experiência.
(Artigo completo aqui).
Ainda ontem pensei: em 2008 faço 40 anos de rádio. Já não é o bichinho da rádio que morde, já sou eu que sou o bicho da rádio! Todos estes anos a morder as pessoas em relação a uma forma de fazer rádio, ligada à divulgação musical. Senti-me um bocadinho babado com o texto do Miguel Esteves Cardoso. Em rádio, estamos habituados a sentir-nos sozinhos. Sabemos lá se nos estão a ouvir 10 ou 10 mil pessoas. Ao longo dos anos o que percebi é que boa parte das pessoas de determinada idade atribui-me uma boa parte da sua formação musical, do "abrir a orelhinha". O apoio é uma festa no ego, e eu agradeço. Só espero que aquilo que alguns desejavam nas mensagens, que é ouvirem-me noutro lado qualquer, venha a suceder. A força com que eu fazia rádio mantém-se inalterada, e a vontade de descobrir música, enquanto houver saúde e orelhas, mantém-se intacta. E um bocadinho mais refinada, com a idade e a experiência.
(Artigo completo aqui).
sexta-feira, 8 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
domingo, 3 de maio de 2015
'Para continuar uma paixão pela rádio', um texto de João Moço (DN, 9 Janeiro 2010)
Em 2009 desapareceu uma voz ímpar da rádio portuguesa, António Sérgio. A sua mulher, que recentemente reeditou uma biografia sobre os Xutos & Pontapés, falou ao DN sobre o radialista e os 30 anos em que o acompanhou.
Ana Cristina Ferrão acompanhou durante 30 anos a vida daquele a quem muitos chamam ainda de "Mestre". António Sérgio, uma referência maior na rádio e na música portuguesa, foi um pioneiro com a sua assinatura em programas como o Som da Frente ou A Hora do Lobo, nos quais sempre defendeu "o direito à diferença". É também esse direito que Ana Cristina Ferrão chama para si nesta etapa naturalmente difícil: "Falar do Sérgio é uma festa, as boas memórias e as aventuras que passámos com ele, é isso que é realmente relevante e é isso que temos de lembrar. Este é também um direito à diferença, sermos pioneiros na forma como encaramos as coisas", disse a também radialista no final da conversa com o DN.
(Artigo completo aqui).
Ana Cristina Ferrão acompanhou durante 30 anos a vida daquele a quem muitos chamam ainda de "Mestre". António Sérgio, uma referência maior na rádio e na música portuguesa, foi um pioneiro com a sua assinatura em programas como o Som da Frente ou A Hora do Lobo, nos quais sempre defendeu "o direito à diferença". É também esse direito que Ana Cristina Ferrão chama para si nesta etapa naturalmente difícil: "Falar do Sérgio é uma festa, as boas memórias e as aventuras que passámos com ele, é isso que é realmente relevante e é isso que temos de lembrar. Este é também um direito à diferença, sermos pioneiros na forma como encaramos as coisas", disse a também radialista no final da conversa com o DN.
(Artigo completo aqui).
Etiquetas:
Ana Ferrão,
António Sérgio,
Diário de Notícias,
Entrevista
sexta-feira, 1 de maio de 2015
quinta-feira, 30 de abril de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
terça-feira, 28 de abril de 2015
domingo, 26 de abril de 2015
'A extinção do Bom Lobo', texto de Orlando Leite no blogue A Ilusão dos Sentidos (27 Novembro 2009)
Cresci a ouvir rádio. Os sons que saíam daquela pequena caixa alimentavam a minha imaginação, mudando em definitivo o meu mundo, formação e cultura. Noites longas de estudante que se entrincheirava no quarto longe dos ouvidos dos pais para escutar o “Em Órbita” – pioneiro dos programas de autor de Jorge Gil, José Gil, Manuel Violante, Pedro Albergaria e João Manuel Alexandre, tendo Cândido Mota como primeira voz - ou a “Vigésima Terceira Hora” e mais tarde “O Rock Pode Esperar”, “Morrison Hotel” e o “Rotação”. Livros escolares e ondas hertzianas definiram a minha adolescência.
Comecei a ouvir o António Sérgio, pioneiro dos programas de autor, pela altura do ciclo preparatório com o “Rotação”. A sua inigualável voz e o imenso prazer que sentia em dar música às pessoas, conquistaram-me definitivamente com o saudoso “Som da Frente” nas tardes da Comercial de segunda a sexta, entre o “Vapor” de José La Féria e o “Rock em Stock” de Luís Filipe Barros - que marcaram a geração de 80 e a diferença de fazer rádio -. Durante o programa, para que muitos dos meus amigos se preparavam com a famosa cassete, dei por mim a ouvir os Japan, Wire, Bauhaus, Echo, Gun Club, Cure, Joy Division, Pere Ubu, entre muitos outros. Um detalhe que nunca me esqueço é o do tema de abertura do programa, já nos anos 90 e num horário nocturno: “Dreams Burn Down” dos Ride.
(Artigo completo aqui)
Comecei a ouvir o António Sérgio, pioneiro dos programas de autor, pela altura do ciclo preparatório com o “Rotação”. A sua inigualável voz e o imenso prazer que sentia em dar música às pessoas, conquistaram-me definitivamente com o saudoso “Som da Frente” nas tardes da Comercial de segunda a sexta, entre o “Vapor” de José La Féria e o “Rock em Stock” de Luís Filipe Barros - que marcaram a geração de 80 e a diferença de fazer rádio -. Durante o programa, para que muitos dos meus amigos se preparavam com a famosa cassete, dei por mim a ouvir os Japan, Wire, Bauhaus, Echo, Gun Club, Cure, Joy Division, Pere Ubu, entre muitos outros. Um detalhe que nunca me esqueço é o do tema de abertura do programa, já nos anos 90 e num horário nocturno: “Dreams Burn Down” dos Ride.
(Artigo completo aqui)
sexta-feira, 24 de abril de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
terça-feira, 21 de abril de 2015
domingo, 19 de abril de 2015
'John Peel , o deles e o nosso', um texto de Pedro Mexia (Diário de Notícias, 10 Outubro 2005)
"Adam & The Ants, Associates, Syd Barrett, Billy Bragg, Tim Buckley, Can, The Chameleons, The Cure, Gang of Four, The Go-Betweens, Peter Hammill, Happy Mondays, The Jam, The Jesus & Mary Chain, Joy Division, New Order, Nico, Siouxsie and the Banshees, T-Rex, Robert Wyatt e muitos outros têm um álbum com um nome idêntico. E não é Best Of ou Greatest Hits (haja Deus). Esses discos chamam-se todos Peel Sessions."
(Artigo completo aqui)
(Artigo completo aqui)
Etiquetas:
António Sérgio,
Diário de Notícias,
John Peel
sexta-feira, 17 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
A playlist de António Sérgio (Jornal I, 2 Novembro 2009)
Orlando Leite (crítico de música), José Marinho (Antena 3) e Pedro Ramos (Rádio Radar) sugerem músicas que marcaram o "Som da Frente", a "Hora do Lobo" ou o "Viriato 25".
A Certain Ratio "Shack Up"
Bauhaus "She's In Parties"
Blind Melon "No Rain"
The Clash "London's Burning"
The Cure "In Between Days"
Echo and The Bunnymen "Do It Clean"
Fields of Nephilim "Moonchild"
Front 242 "U-Men"
Jesus and Mary Chain "April Skies"
Joan as Police Woman "To America"
Joy Division "Transmission"
Killing Joke "Love Like Blood"
Last Shadow Puppets "The Age of the Understatement"
Morphine "The Night"
Mark Kozelek "Rock and Roll Singer"
Xutos e Pontapés "Semen"
Neko Case "Hold on, Hold on"
Laurie Anderson "Oh Superman"
New Model Army "No Rest"
Propaganda "Jewel"
Psychedelic Furs "India"
Shriekback "This Big Hush"
Siouxsie and the Banshees "Happy House"
Sisters of Mercy "This Corrosion"
Spear of Destiny "Never Take Me Alive"
Stranglers "No Mercy"
The Fall "Mr. Pharmacist"
The The "The Beat(en) Generation"
This Mortal Coil "Song To The Siren"
Love And Rockets "Ball Of Confusion"
The Teardrop Explodes "Treason"
Cocteau Twins "Aikea-guinea"
Wall of Voodoo "Mexican Radio"
Ultravox "Vienna"
Virgin Prunes "Walls of Jericho"
Wire "Practice Makes Perfect"
Para consultar com os respectivos links aqui.
A Certain Ratio "Shack Up"
Bauhaus "She's In Parties"
Blind Melon "No Rain"
The Clash "London's Burning"
The Cure "In Between Days"
Echo and The Bunnymen "Do It Clean"
Fields of Nephilim "Moonchild"
Front 242 "U-Men"
Jesus and Mary Chain "April Skies"
Joan as Police Woman "To America"
Joy Division "Transmission"
Killing Joke "Love Like Blood"
Last Shadow Puppets "The Age of the Understatement"
Morphine "The Night"
Mark Kozelek "Rock and Roll Singer"
Xutos e Pontapés "Semen"
Neko Case "Hold on, Hold on"
Laurie Anderson "Oh Superman"
New Model Army "No Rest"
Propaganda "Jewel"
Psychedelic Furs "India"
Shriekback "This Big Hush"
Siouxsie and the Banshees "Happy House"
Sisters of Mercy "This Corrosion"
Spear of Destiny "Never Take Me Alive"
Stranglers "No Mercy"
The Fall "Mr. Pharmacist"
The The "The Beat(en) Generation"
This Mortal Coil "Song To The Siren"
Love And Rockets "Ball Of Confusion"
The Teardrop Explodes "Treason"
Cocteau Twins "Aikea-guinea"
Wall of Voodoo "Mexican Radio"
Ultravox "Vienna"
Virgin Prunes "Walls of Jericho"
Wire "Practice Makes Perfect"
Para consultar com os respectivos links aqui.
sábado, 11 de abril de 2015
Fadas Unicórnios e Cyborgs - Pere Ubu (A Hora do Lobo)
Fadas, Unicórnios e Cyborgs, uma rubrica de Ana Cristina Ferrão para o programa A Hora do Lobo, de António Sérgio (Rádio Comercial). Emissão dedicada aos Pere Ubu.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
"A rádio e a imprensa musical nos primórdios do punk em Portugal", um texto de Hugo Ferro (artigo retirado do site 'Keep It Simple, Make It Fast')
Os primeiros ecos de que algo diferente estava a surgir na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos da América, chegam ao público a partir de 1976, através das antenas da Rádio Renascença, pela voz de António Sérgio no seu programa nocturno: Rotação. Vivia-se ainda a ressaca revolucionária do 25 de Abril e a rádio em Portugal tinha uma programação musical pouco diversificada e ainda muito centrada na “música de intervenção”.
No que diz respeito ao panorama estético, comportamental e sócio-cultural, os primeiros relatos fundamentados acerca daquilo que se estava a passar na Grã-Bretanha, após a consolidação do punk como movimento, chegam ao público português na edição de Junho de 1977 da revista Música & Som, num artigo intitulado «Crónica de Londres», assinado por Manuel Meneses, onde se podia ler:
(Artigo completo aqui)
No que diz respeito ao panorama estético, comportamental e sócio-cultural, os primeiros relatos fundamentados acerca daquilo que se estava a passar na Grã-Bretanha, após a consolidação do punk como movimento, chegam ao público português na edição de Junho de 1977 da revista Música & Som, num artigo intitulado «Crónica de Londres», assinado por Manuel Meneses, onde se podia ler:
(Artigo completo aqui)
sábado, 4 de abril de 2015
A Hora do Lobo - Especial Led Zeppelin - Parte 2
Segunda parte do Especial Led Zeppelin emitido no programa A Hora do Lobo, uma emissão de António Sérgio para a Best Rock FM.
Dedicatória ao triplo CD e DVD "How The West Was Won", uma retrospectiva da carreira dos Led Zeppelin. Participação de Ana Cristina Ferrão, Nuno Diniz, Miguel Quintão, António Freitas, Álvaro Costa. Sessão dos Woodstone.
Agradecimentos ao Mário João do blogue Recortes & Retalhos.
Dedicatória ao triplo CD e DVD "How The West Was Won", uma retrospectiva da carreira dos Led Zeppelin. Participação de Ana Cristina Ferrão, Nuno Diniz, Miguel Quintão, António Freitas, Álvaro Costa. Sessão dos Woodstone.
Agradecimentos ao Mário João do blogue Recortes & Retalhos.
Etiquetas:
Ana Ferrão,
António Sérgio,
BestRockFM,
Hora do Lobo
sexta-feira, 3 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
terça-feira, 31 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
"E a noite inventou-se assim", um texto de Fernanda Câncio com o 'Som da Frente' e António Sérgio à mistura. (Diário de Notícias, 28 Maio 2005)
Foi antes da sida. Foi antes dos 10 anos de Cavaco. Foi logo a seguir à revolução. Foi há 25 anos. Difícil lembrar esse país ainda a sépia que entrou nos anos 80 com a morte de um primeiro-ministro num acidente de avião. Esse país que via o Festival da Canção e a Visita de Cornélia e a Gabriela Cravo e Canela e o Passeio dos Alegres na TV pública (não havia mais nenhuma), se vestia de igual e não viajava, o país conformista, bafiento e complexado onde as noites pertenciam ao bas fond e os discos chegavam a conta-gotas, o país onde um concerto era um acontecimento extraordinário, controlado por polícias que ao mínimo pretexto desembainhavam o cassetete, sau- dosos do rigor mortis que dava pelo nome de "lei e ordem", o país em que, como diz o realizador Edgar Pêra, hoje com 44 anos, "o fascismo não acabou com o 25 de Abril, levou muito tempo a ir embora".
(Artigo completo aqui.)
(Artigo completo aqui.)
Etiquetas:
António Sérgio,
Diário de Notícias,
Som da Frente
sábado, 28 de março de 2015
Fadas Unicórnios e Cyborgs - A Perfect Circle (A Hora do Lobo)
Fadas, Unicórnios e Cyborgs, uma rubrica de Ana Cristina Ferrão para o programa A Hora do Lobo, de António Sérgio (Rádio Comercial). Emissão dedicada aos A Perfect Circle.
sexta-feira, 27 de março de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
domingo, 22 de março de 2015
Catarina Vasques Rito entrevista António Sérgio (DN, 24 Dezembro 2007)
O seu programa A Hora do Lobo acabou ao fim de dez anos no ar, na Rádio Comercial, porque, segundo a estação, não se encaixava na nova grelha. Foi realmente este o motivo?
O argumento foi esse. Que o meu programa não tocava a playlist da rádio. Mas os directores de programas mudaram e os administradores também. Enquanto me deixaram fazer a minha emissão, as coisas correram muito bem, a partir do momento em que me vêm dizer que A Hora do Lobo já não era adequada à nova grelha que vai entrar e que, em simultâneo, a minha voz já não faz parte do alvo etário a que se destina, então o fim era óbvio. Cheguei a ter o director de programas a dizer que era difícil imaginar-me à tarde a apresentar Shakira ou João Pedro Pais. Isso fica para quem o diz. Porque a seguir, se a SIC o quiser, estou a apresentar, em voz off, a Floribella, que não é para o meu grupo etário. É tudo uma questão de colocação de voz... Há um certo amargo na situação, principalmente na parte do " já não serve"!
Mas está de volta à rádio com o programa Viriato 25, na Radar. Como surgiu esta oportunidade?
Depois de resolver toda a questão logística com a Comercial, comecei a falar com pessoas. Houve uma hipótese na Antena 3, mas era para um horário madrugada dentro. Entretanto, falei com o Luís Montez da Radar, que acaba por ser o meu mentor porque nos encontrámos ao fim de dez anos, visto que foi ele que me levou para a Comercial em 97, para fazer A Hora do Lobo. E agora voltamos a encontrarmo-nos. Nesta altura, ele tinha uma proposta para mim, que eu considero de prime time [risos], que é fazer um programa das 23.00 à 01.00. Inicialmente, até era para ser das 22.00. E o mais curioso é que recebo imensas mensagens a dar-me os parabéns, por estar de volta.
Porquê Viriato 25?
(entrevista completa aqui)
O argumento foi esse. Que o meu programa não tocava a playlist da rádio. Mas os directores de programas mudaram e os administradores também. Enquanto me deixaram fazer a minha emissão, as coisas correram muito bem, a partir do momento em que me vêm dizer que A Hora do Lobo já não era adequada à nova grelha que vai entrar e que, em simultâneo, a minha voz já não faz parte do alvo etário a que se destina, então o fim era óbvio. Cheguei a ter o director de programas a dizer que era difícil imaginar-me à tarde a apresentar Shakira ou João Pedro Pais. Isso fica para quem o diz. Porque a seguir, se a SIC o quiser, estou a apresentar, em voz off, a Floribella, que não é para o meu grupo etário. É tudo uma questão de colocação de voz... Há um certo amargo na situação, principalmente na parte do " já não serve"!
Mas está de volta à rádio com o programa Viriato 25, na Radar. Como surgiu esta oportunidade?
Depois de resolver toda a questão logística com a Comercial, comecei a falar com pessoas. Houve uma hipótese na Antena 3, mas era para um horário madrugada dentro. Entretanto, falei com o Luís Montez da Radar, que acaba por ser o meu mentor porque nos encontrámos ao fim de dez anos, visto que foi ele que me levou para a Comercial em 97, para fazer A Hora do Lobo. E agora voltamos a encontrarmo-nos. Nesta altura, ele tinha uma proposta para mim, que eu considero de prime time [risos], que é fazer um programa das 23.00 à 01.00. Inicialmente, até era para ser das 22.00. E o mais curioso é que recebo imensas mensagens a dar-me os parabéns, por estar de volta.
Porquê Viriato 25?
(entrevista completa aqui)
Etiquetas:
António Sérgio,
Diário de Notícias,
Entrevista
sábado, 21 de março de 2015
Fadas Unicórnios e Cyborgs - Rage Against The Machine (A Hora do Lobo)
Fadas, Unicórnios e Cyborgs, uma rubrica de Ana Cristina Ferrão para o programa A Hora do Lobo, de António Sérgio (Rádio Comercial). Emissão dedicada aos Rage Against The Machine.
sexta-feira, 20 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
quarta-feira, 18 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
domingo, 15 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
Fadas Unicórnios e Cyborgs - Cranes (A Hora do Lobo)
Fadas, Unicórnios e Cyborgs, uma rubrica de Ana Cristina Ferrão para o programa A Hora do Lobo, de António Sérgio (Rádio Comercial). Emissão dedicada aos Cranes.
sexta-feira, 13 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
sábado, 7 de março de 2015
Fadas Unicórnios e Cyborgs - RL Burnside (A Hora do Lobo)
Fadas, Unicórnios e Cyborgs, uma rubrica de Ana Cristina Ferrão para o programa A Hora do Lobo, de António Sérgio (Rádio Comercial). Emissão dedicada a RL Burnside.
sexta-feira, 6 de março de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
Manifesto sobre Andy White (Jornal Blitz)

Agradecimentos ao Mário João e ao blogue Recortes & Retalhos
Etiquetas:
Ana Ferrão,
António Sérgio,
Blitz,
Manifesto
terça-feira, 3 de março de 2015
domingo, 1 de março de 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















































